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Reforma Tributária: tudo o que você precisa saber para se preparar

A Reforma Tributária se apresenta como um divisor de águas na economia brasileira, prometendo transformar a complexa teia de impostos sobre bens e serviços em um sistema mais simples, transparente e eficaz. Essa iniciativa crucial busca impulsionar o crescimento sustentável do país, abrindo caminho para um futuro promissor.

Vantagens:


Ao simplificar o sistema tributário e torná-lo mais justo, desobstrui o caminho para um Brasil mais próspero. Com um ambiente de negócios mais favorável, investimentos e importações crescendo, a geração de empregos e renda será impulsionada, beneficiando toda a população.


1. Principal objetivo, a simplificação da tributação:

  • A unificação de cinco tributos em um único imposto (IBS) tornará a tributação mais simples e transparente.
  • Empresas: Redução do custo de compliance, otimizando tempo e recursos.
  • Cidadãos: Maior clareza sobre os impostos que pagam, facilitando o planejamento financeiro.

2. Carga tributária mais leve:

  • Redução da carga tributária para as empresas, impulsionando a competitividade e o crescimento.
  • Consumidores: Aumento do poder de compra, estimulando a demanda por produtos e serviços.
  • Economia: Dinamização da atividade econômica, gerando mais empregos e renda.

3. Competitividade 

  • Redução da carga tributária torna o Brasil mais atraente para investimentos estrangeiros.
  • Aumento da competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.
  • Geração de mais empregos e renda para a população.

Desvantagens:


A Reforma Tributária Brasileira, embora promissora em simplificar e tornar o sistema mais justo, enfrenta desafios que precisam ser cuidadosamente considerados:

1. Carga tributária maior para alguns setores:

  • A unificação de cinco tributos no Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) pode elevar a carga tributária para setores específicos, como serviços, em comparação à alíquota atual do ISS.
  • É crucial analisar o impacto individualizado em cada setor para garantir que a reforma não cause distorções na competitividade e no desenvolvimento econômico.

2. Implementação e Adaptação:

  • A implementação da Reforma Tributária é complexa, exigindo mudanças significativas na legislação e regulamentação, o que pode levar tempo para ser totalmente absorvido pela economia.
  • As empresas precisarão se adaptar às novas regras e sistemas enquanto ainda cumprem as obrigações do antigo sistema, gerando custos e desafios administrativos.
  • A comunicação clara e eficaz por parte do governo é fundamental para auxiliar os contribuintes nesse processo de transição.
  • O governo deve manter uma comunicação clara e acessível com os contribuintes, fornecendo informações detalhadas sobre as mudanças e os prazos de implementação.
  • O governo pode oferecer suporte técnico e financeiro às empresas para facilitar sua adaptação às novas regras e sistemas da Reforma Tributária.
  • É fundamental monitorar os impactos da Reforma na economia e na distribuição de renda, realizando ajustes e aprimoramentos quando necessário.

3. Distribuição de Renda:

  • É essencial avaliar os efeitos da Reforma na distribuição de renda, pois algumas mudanças podem afetar diferentes grupos de contribuintes de forma desigual.
  • Medidas de proteção social e mecanismos de redistribuição de renda podem ser necessários para garantir que a reforma promova equidade e justiça fiscal.

Alíquotas

A Reforma Tributária Brasileira, promulgada em dezembro de 2023 e em processo de regulamentação, introduz um novo sistema tributário baseado em um único imposto sobre bens e serviços (IBS), dividido em dois:

1. IBS Federal (CBS):

  • Alíquota inicial: 7,5%
  • Alíquota máxima: 12,5%

2. IBS Estadual/Municipal:

  • Alíquota inicial: 10%
  • Alíquota mínima: 7%
  • Alíquota máxima: 17,5%

Definindo as Alíquotas:

  • Combustíveis, energia e telecomunicações: Alíquota única de 10%.
  • Serviços de saúde e planos de saúde: Alíquota unificada nacionalmente de 5%.
  • Bancos: Alíquota a ser definida pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na carga tributária atual desses setores.
  • Demais bens e serviços: Alíquotas definidas por cada estado e município, dentro dos limites estabelecidos pela lei.

Quais produtos e serviços terão alíquota zero

A lista oficial de produtos e serviços com alíquota zero do IBS ainda está em definição pelo Congresso Nacional. No entanto, a Lei Complementar nº 187/2023 já estabelece alguns itens que serão isentos do imposto, como:

  • Cesta Básica: Alimentos básicos que compõem a cesta básica oficial brasileira, como arroz, feijão, açúcar, café, leite, óleo, farinha de trigo e carne.
  • Medicamentos: Medicamentos essenciais para a saúde humana, conforme lista elaborada pelo Ministério da Saúde.
  • Livros, Jornais e Revistas: Material impresso com conteúdo educativo, cultural e informativo.
  • Transporte Público: Serviços de transporte público urbano e intermunicipal, como ônibus, metrô e trens.
  • Energia Elétrica e Gás Natural: Fornecimento de energia elétrica e gás natural para uso residencial.

Outras áreas que podem se beneficiar de alíquotas zeradas:

  • Educação: Escolas, cursos e materiais educativos.
  • Saneamento Básico: Água potável, coleta de lixo e esgoto.
  • Habitação Popular: Materiais de construção e serviços relacionados à moradia popular.
  • Cultura e Lazer: Atividades culturais, esportivas e de lazer que promovam a inclusão social.

Trava de Alíquota:

  • Mecanismo para garantir que a soma das alíquotas do IBS não ultrapasse 26,5%, limitando a carga tributária total.
  • Revisão a cada 5 anos, com base na avaliação da arrecadação e da competitividade da economia.

Impacto nas Empresas:

  • Redução da carga tributária para alguns setores, como indústria e comércio.
  • Aumento da carga tributária para outros setores, como serviços.
  • Impacto individualizado a ser analisado para cada empresa, considerando sua atividade e localização.

Impacto nos Consumidores:

  • Possível redução de preços para alguns produtos e serviços.
  • Possível aumento de preços para outros produtos e serviços.
  • O impacto final dependerá da competitividade do mercado e do repasse da redução da carga tributária pelas empresas.

Observações Importantes:

  • As alíquotas acima são valores iniciais e podem ser alteradas ao longo da implementação da reforma.
  • É crucial acompanhar as atualizações e regulamentações da reforma para obter informações precisas sobre as alíquotas aplicáveis a cada caso.
  • A definição da lista final de produtos e serviços com alíquota zero do IBS dependerá das negociações entre o governo federal, estados e municípios.
  • A aplicação das alíquotas zeradas poderá variar de acordo com a região e o município.
  • A reforma tributária ainda está em fase de implementação, e as regras sobre as alíquotas zeradas podem sofrer alterações no futuro.

Imposto Seletivo

O Imposto Seletivo é um dos principais componentes da Reforma Tributária Brasileira. Esse novo imposto visa desestimular o consumo de produtos e serviços que geram externalidades negativas à saúde e ao meio ambiente, contribuindo para um futuro mais sustentável para o país. 

A lista final de produtos e serviços que estarão sujeitos ao imposto seletivo ainda está em definição pelo Congresso Nacional. No entanto, alguns exemplos incluem:

  • Cigarros: Cigarros, cigarrilhas, charutos e outros produtos derivados do tabaco.
  • Bebidas alcoólicas: Cerveja, vinho, cachaça, vodka e outras bebidas alcoólicas.
  • Alimentos ultraprocessados: Alimentos com alto teor de açúcar, gordura saturada, sódio e outros ingredientes nocivos à saúde.
  • Combustíveis fósseis: Gasolina, diesel, carvão e outros combustíveis fósseis que contribuem para as mudanças climáticas.

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